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Grupo destinado a trocar mensagens de amor 

ao próximo.


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Última atividade: 3 Jul, 2013

Quem somos nós? Seríamos força ou fragilidade? Sei que somos individualidade, sei que vivemos solidão, mas não desejamos solidão. Pelo bem ou pelo mal, vivemos uns pelos outros. Assim, seja o que formos, cada um de nós haverá de ser parte integrante de um todo. Na harmonização das relações individuais, nesta coletividade está o desafio. Na utópica promessa ou realidade futura, ou mera esperança da congregação e manter a individualidade. E todos serão um, mas cada um haverá de ser um. Talvez exista luz oculta, pois que ainda somos cegos aos seus raios. Talvez este lume esteja mais próximo que imaginamos. Talvez na trilha do coração. E o coração está no corpo, mas vive pela alma, por isto vê por percepções. Nas descobertas da mente e esta sorri por realizar o que antes apenas imaginava. E nesse gozo do espírito, aquele que um dia quis apenas ser águia fica feliz em ser parte pomba também, pois reúne força e mansidão. E esta parte pomba se diverte por ver-se a voar como a parte que é águia. Nestes símbolos vê a águia como o arrojo dos pensamentos, a pomba com a suavidade dos sentimentos. E neste instante, a ilusão invade a realidade e nem águia, nem pomba, um homem que ganha asas, que muta-se em anjo de luz a caminho das estrelas.

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Comentário de Angela Fernandes Camarano em 6 março 2011 às 19:05
Limites

“Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores. E com o esforço de abolir os abusos do passado somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história. O grave é que estamos lidando com crianças mais "espertas", ousadas, agressivas e poderosas do que nunca.
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queriam os ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos.
Os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que tememos os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos. E o que é pior, os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos faltem com o respeito.
À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais.
Mas, na medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que poucos os respeitem.
E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais,
pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver.
E, além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer: os papéis se inverteram, e agora são os pais quem tem que agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado.
Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para serem os melhores amigos e "tudo dar" a seus filhos.

Dizem que os extremos se atraem. Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão. Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca. Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, os carregando e rendidos à sua vontade.
É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Os limites abrigam o indivíduo. Com amor ilimitado e profundo respeito."
Monica Monasterio (Madrid-Espanha)
Comentário de Angela Fernandes Camarano em 5 março 2011 às 23:00
A gente pode

morar numa casa mais ou menos
morar numa rua mais ou menos
morar numa cidade mais ou menos
e até ter um governo mais ou menos

A gente pode
dormir numa cama mais ou menos
comer um feijão mais ou menos
ter um carro mais ou menos,
e até ser obrigado a acreditar mais
ou menos no futuro.

A gente pode
Olhar em volta e sentir que tudo
está mais ou menos
TUDO BEM

O que a gente não pode mesmo,
nunca, de jeito nenhum,
É amar mais ou menos
É sonhar mais ou menos
É ser amigo mais ou menos
É ter fé mais ou menos,
Senão a gente corre o risco de se
tornar uma pessoa mais ou menos.”
Comentário de Maria Helena silva em 5 março 2011 às 22:01
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[b]Recados para Orkut? http://www.supermensagens.net[/b]
Comentário de Pastora-Psicanalista MÉRCES em 4 março 2011 às 19:44
Os 3 Últimos desejos de Alexandre o grande quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:
1 - que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2 - que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);
3 - que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões e Alexandre explicou:
1 - quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles não têm poder de cura perante a morte;
2 - quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3 - quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos

Li no Connselho de pastores por Wagner Lima e achei muito interressante.
REALMENTE ISTO PODE LEVAR TODOS NÓS À REFLEXÃO
Comentário de Pastora-Psicanalista MÉRCES em 3 março 2011 às 23:06
A Vida é um Desafio
Sabendo que a vida é um verdadeiro desafio o apóstolo Paulo disse: " Aprendi a viver alegre em toda e qualquer situação

Ele sabia que estava sujeito a tudo, tanto a coisas boas, como a coisas ruins, mas aprendeu a viver com paz no coração, não se deixando abater pelas circunstâncias.

O Apóstolo Paulo estava preparado para o desafio da vida. E você? Está preparado? Abaixo estão alguns passos que o fará viver em segurança em qualquer situação:

1 - Busque a presença de Deus, dentro de você mesmo, rendendo-se a ele.

2 - Viva um dia de cada vez

3 - Aprenda a agradecer por tudo

4 - Caminhe firmemente em busca de seu objetivo

5 - Seja uma pessoa de ação

6 - Procure "voar" mais alto

7 - Não se desespere em momento algum...

A vida é realmente dura, mas Deus tem recursos suficientes para nos fazer viver da melhor maneira possível. (Pr. Edilson Ramos) Fonte: Otimismo em Rede.

DEUS TEM-NOS DADO AS ARMAS DA VITÓRIA EM TODOS OS MOMENTOS
DE LUTAS. OS DESAFIOS SEMPRE SERÃO PRA NOSSO CRESCIMENTO
ESPIRITUAL. JESUS CRISTO TE AMO E ESTÁ CONTIGO. Pra.Mérces
Comentário de Maria Helena silva em 3 março 2011 às 22:19
[b]Lembrei de você!
Orkutei.com.br

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Comentário de Angela Fernandes Camarano em 2 março 2011 às 17:36
INSATISFAÇÕES

“Nada é bastante para quem considera pouco o que é suficiente.”
Confúcio (Kung-Fu-Tse)

122 pares de sapatos e ela não encontrava um que servisse para aquela festa.
20 ternos e ele estava achando todos um lixo.
Geladeira cheia e o menino batia a porta por não encontrar uma coisa gostosa.
Calmante forte, com tarja preta e receita, mas eles não conseguiam dormir.
Carro do ano na garagem, mas não sabiam para onde ir.
Casa de luxo na praia, mas estava fechada a mais de meses…
Celular último tipo………
DVD, Karaokê, Notebook, Câmera digital, Vídeo Game In Box, jogos de última geração,
e muita, muita insatisfação.
Estamos nos armando de tudo o que é tipo de tranqueira material para suprir o vazio que nada preenche.
Vamos ao supermercado esperando encontrar felicidade nas prateleiras, mas voltamos frustrados, com o carro cheio e a alma vazia.
Nunca o homem teve tanto acesso a Deus e nunca ficou tão distante como agora, tantos templos, tantas religiões, tantas definições e ideologias, e mesmo assim, o homem se afasta cada vez mais do seu Criador.
Por isso a carência afetiva, as doenças nervosas, a violência que se espalha, o consumismo que gera as diferenças sociais tão brutais.
E nada sacia o homem, quanto mais ele acumula, quanto mais possui, mais vazio vai se tornando.
Aproveite seu dia, busque encontrar Deus pelo caminho, na pessoa que se sentou ao seu lado no ônibus, no vizinho que você não cumprimenta já faz tempo, no animal abandonado e que você quase atropela, na árvore que seca bem em frente á sua casa, no cidadão deitado no banco da praça, no filho que se embriaga e você nem vê, na filha que sofre a desilusão do primeiro amor e você não sabe.
Quantos gritam onde está Deus?
Cegos pelo orgulho, que não permite ver que Ele nunca se ausentou, sempre esteve na sua vida, no seu dia, na sua família, mas nunca foi chamado, a não ser nas desgraças e nos momentos de dor e sofrimento.
Você convidou Jesus para almoçar com você hoje?
No dia do seu casamento você mandouo primeiro convite para Ele?
Na sua formatura Ele estava presente?
Hoje ao levantar-se você falou com Ele?
Você contou do seu amor, da sua alegria no trabalho?
Você quer saber onde está Deus?
Olhe para a sua vida, como você trata os seus, olhe para a sua casa, reveja suas atitudes diárias.
Os atos falam mais do que as palavras e tudo o que fazemos, são às verdadeiras orações que levamos até Ele.
Por isso, antes de fazer sua oração repetida, velha e cansada da mesma ladainha,
coloque um “fogo novo” na sua vida:
convide Jesus para participar de todos os seus momentos,
e assim, você será preenchido, saciado, envolvido pelo amor que nunca acaba,
pela água que sacia a tua sede,
e então, mesmo com muito pouco, serás plenamente feliz,
porque Ele veio para que todos tenham vida,
e a tenham com abundância.
Comentário de Angela Fernandes Camarano em 2 março 2011 às 12:17
Com medo de ser feliz

Por incrível que possa parecer, muita gente tem medo da felicidade.
Para estas pessoas, correr o risco de estar de bem com a vida significa mudar uma série de hábitos - e perder sua própria identidade.
Por isso, muitas vezes nos julgamos indignos das coisas boas que acontecem conosco.
Não aceitamos as bênçãos - porque aceitá-las nos dá a sensação de que estamos devendo alguma coisa a Deus.
Além disso, temos medo de nos ' acostumar' com a felicidade.
Pensamos: é melhor não provar o cálice da alegria, porque, quando este nos faltar, iremos sofrer muito.
Por medo de diminuir, deixamos de crescer.
Por medo de chorar, deixamos de rir.
Comentário de Angela Fernandes Camarano em 2 março 2011 às 10:56
"BASTA UM MINUTO"

Um minuto serve para você sorrir: Sorrir para o outro, para
você e para a vida. Um minuto serve para você ver o caminho. Basta um
minuto para você avaliar a imensidão do infinito, mesmo sem poder
entendê-lo. É num minuto que você dará o sim que modificará sua vida... e
basta. Basta um minuto para você apertar a mão de alguém e conquistar
um novo amigo.Em um minuto você pode sentir a responsabilidade pesar em
seus ombros: a tristeza da derrota, a amargura da incerteza, o gelo da
solidão, a ansiedade da espera, a marca da decepção e a alegria da
vitória...Quanta vitória se decide num simples momento, num simples
minuto! Num pequeno minuto você pode incentivar alguém ou
desanimá-lo!Basta um minuto para você entender que a eternidade é feita
de minutos.
Comentário de Angela Fernandes Camarano em 1 março 2011 às 18:16

O peso que a gente leva.

 

 

O perigo da viagem mora nas malas. Elas podem nos impedir de apreciar a beleza que nos espera. Experimento na carne a verdade das palavras, mas não aprendo. Minhas malas são sempre superiores às minhas necessidades. É por isso que minhas partidas e chegadas são mais penosas do que deveriam.

 

Ando pensando sobre as malas que levamos...

 

Elas são expressões dos nossos medos. Elas representam nossas inseguranças. Olho para o viajante com suas imensas bagagens e fico curioso para saber o que há dentro das estruturas etiquetadas. Tudo o que ele leva está diretamente ligado ao medo de necessitar. Roupas diversas; de frio, de calor – o clima pode mudar a qualquer momento! – remédios, segredos, livros, chinelos, guarda chuva – e se chover? –, cremes, sabonetes, ferro elétrico – isso mesmo! – Microondas? – Comunique-me, por favor, se alguém já ousou levar.

 

O fato é que elas representam nossas inseguranças. Digo por mim. Sempre que saio de casa levo comigo a pretensão de deslocar o meu mundo. Tenho medo do que vou enfrentar. Quero fazer caber no pequeno espaço a totalidade dos meus significados. As justificativas são racionais. Correspondem às regras do bom senso, preocupações naturais para quem não gosta de viver privações.

 

Nós nos justificamos. Posso precisar disso, posso precisar daquilo...

 

Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar não podem ser levadas. Excedem aos tamanhos permitidos. Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão para ser despachado?

 

As perguntas são muitas... E se eu tiver vontade de ouvir aquela música? E o filme que costumo ver de vez em quando, como se fosse a primeira vez?

 

Desisto. Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida e vou. Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que mais da metade do que levei não me serviu pra nada.

 

É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências. E nisso mora o encanto da viagem. Viajar é descobrir o mundo que não temos. É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence.

 

E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar: “Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!” Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados. Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo. Ao ver o mundo que não é meu eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território. É conseqüência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.

 

É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro.

 

Vida e viagens seguem as mesmas regras. Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver. Por isso é tão necessário partir. Sair na direção das realidades que nos ausentam. Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias... Hospitais, asilos, internatos...

 

Ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne, mas que de alguma maneira pode nos humanizar.

 

Andar na direção do outro é também fazer uma viagem. Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá. Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu. Não leve os seus pesos. Eles não lhe permitirão encontrar o outro. Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve.

 

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